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domingo, 13 de outubro de 2013

Nesta segunda em Amor à Vida: Bruno chora ao ouvir Paulinha dizer que gosta de Ninho


Corretor não gosta de saber dos encontros secretos da menina com o pintor

(Foto: Pedro Curi / TV Globo)
Quando Ninho (Juliano Cazarré) começou a se reaproximar de Paulinha (Klara Castanho), ele usou todas as armas para conquistar a atenção da filha. Deu até um tablet para ela, com o objetivo de falar secretamente com a menina. Paloma (Paolla Oliveira) descobriu tudo e foi tirar satisfações com o ex. Na maior cara de pau, ele ainda lhe pediu um beijo. Inacreditável!
Agora, é a vez de Bruno (Malvino Salvador) ficar sabendo de tudo. E Paloma começa pelas beiradas, até que... “Bruno, a Paulinha está se encontrando com o Ninho”, revela. É claro que as palavras entram nos ouvidos do corretor como alfinetes. Ele fica ainda mais pê da vida quando fica sabendo que a própria Paloma já se encontrou com o pintor para falar sobre o assunto.
O casal levanta a voz, e Paulinha, que ouviu boa parte do papo no quarto, chega à sala soltando a bomba. “Pai, eu gosto do Ninho”, dispara. “Ele me chama de baixinha. Eu gosto quando ele me chama de baixinha. E sabe... Eu sei que você sabe. Ele também é meu pai”, continua a menina.
Bruno fica sem saber como reagir e começa a vomitar toda a verdade para a filha, dizendo que cuidou dela, trocou suas fraldas, ficou ao lado quando ela foi internada... Aos prantos, ele começa a chorar muito. “Diz para mim que eu estou em primeiro lugar. Em primeiro lugar no seu coração”, pede. Paulinha não aguenta ver o pai nesse estado e o abraça. “Eu não quis dizer que não sou sua filha. Eu te amo, pai!”, afirma.
Será que Bruno ainda vai permitir os encontros de Paulinha e Ninho?
As cenas vão ao ar nesta segunda, 14 de outubro

Fonte: caetenews
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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Ornitorrinco é confirmado como ave, réptil e mamífero

Além de ser ovíparo e produzir leite para os filhotes, o ornitorrinco tem pele adaptada à vida na água e veneno comparável ao das serpentes
Além de ser ovíparo e produzir leite para os filhotes, o ornitorrinco tem pele adaptada à vida na água e veneno comparável ao das serpentes
07 de maio de 2008
AFP

Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o animal é, ao mesmo tempo, um réptil, um pássaro e um mamífero, segundo relatório publicado pela revista Nature.

A espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes.

"O genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos", segundo os pesquisadores. Alguns dos 52 cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves.

"Esta mistura fascinante dos traços no genoma do ornitorrinco traz muitos indícios sobre o funcionamento e a evolução de todos os genomas de mamíferos", afirma em um comunicado o principal autor do estudio, Richard Wilson, diretor do Centro de Genoma da Universidade de Washington.

De fato, se compararmos seu genoma ao de outros mamíferos "seremos capazes de estudar os genes que foram conservados durante a evolução", explica. O ornitorrinco é "único", uma vez que manteve características de répteis e mamíferos, especificidade que a maioria das espécies perdeu ao longo da evolução, lembra por sua vez Wes Warren, da mesma universidade.

O seqüenciamento do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha.

Ao longo da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens, cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus genes. Este animal conta com 18,5 mil genes, dos quais dois terços também aparecem no homem.

O ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os filhotes - estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.



















































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